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domingo, 25 de fevereiro de 2018

Um Pouco de Humor --- A Queda...

Imaginemos o deus descrito no primeiro livro do pentateuco. Desde logo nos deparamos com a surrada questão de ser a palavra “Elohim” um termo plural. Sem muita musculação, chegamos ao final da série de repetições com a certeza de que, se foi dito “elohim”, é porque quiseram dizer “deuses” e não apenas um “deus”. Está bem. Então esses deuses criaram o planeta. Claro que não levaram seis dias, até porque, sem a própria Terra e o Sol, de dia algum se cogitaria na economia do movimento dos astros ainda inexistentes.

Mas fizeram o nosso orbe. E aí? Bom, o chefe lá de cima (ou seriam “os chefes”?) ao que se pode inferir parece já ter criado anteriormente toda uma imensa gama de seres estranhos, em tese bonzinhos, sob rígida hierarquia e chamados genericamente de “anjos”. Eles eram TU-DO. Lindos, poderosos, sábios... Sem trocadilhos, eram dignos do mármore de Michelangelo di Lodovico Buonarroti Simoni.

Sei lá por qual meio o deus, ou deuses, acharam por bem criar essa turma de Brad-Jolie, mas o fato é que, dentre todos eles, havia um (sempre tem um, não é mesmo?) que era ainda o mais fanfarrão de todos! Lindo de morrer, sábio como o Google, só perdia mesmo para o chefe (ou chefes...). Entre uma uva e uma ode executada à Lira, lá estava Lúcifer no Paraíso sob as dores do tédio quando o CEO celestial lhe mandou um holo-email. A carinha do manda-chuva apareceu e disse “Lulu, dá um pulo aqui agora!”.

Lúcifer, que se sentia um poodle quando era chamado de Lulu (será que já havia poddles no Paraíso?), engoliu o orgulho e a ira (epa!) e foi, saltitante como uma libélula ao encontro do papai.

:_ Por que demorou?
:_ Porra! Acabei de chegar!
:_ Olha a boca!!!!!!

Papaizinho disse a Lulu que pretendia colocar uma coisinha a mais no planeta que ele, digo eles, enfim, que foi feito. Lúcifer ficou eufórico. Mal pode conter as lágrimas de elevação de sua vaidade. Finalmente o Papi pensara em seu preferido. Ele teria um planeta só dele!!! Um planeta para o Lucefinho! Vá lá que era um planetinha de merda na periferia de uma galáxia que sequer era das mais vistosas. Mas também! Para um deusinho meia boca como o Papi estava louco de bom!

:_ Vou soprar vida inteligente num ser de matéria bruta e ele habitará a Terra.

Silêncio sepulcral!

Lulu permaneceu alguns milênios ali, boquiaberto, atônito, com o lacrimejar oscilante teimando em turvar-lhe a visão. Um ser de barro!? Um ser de... de... matéria? Inteligente? Um troço feito de planeta, pensante?

Coçou o nariz... Disfarçou o ódio lancinante. Abriu um largo sorriso com um dos olhos fechados.

:_ Papi, Papi! Seu pândego biruta! Sempre com piadinhas não é mesmo?

Dizem os registros do Plano Mental dos Arquitetos do Superuniverso que pela primeira vez na eternidade um deus (ou seriam deuses?) desceram o porrete num anjo. Foram tantas as porretadas que o pobre coitado não apenas caiu. Foi disparado para a Terra e chegou com tanto impacto que, de quebra, matou todos os imensos e horrorosos rascunhos de vida reptiliana que Lulu mantinha em segredo. Sem mais dinossauros desde então.

Lulu foi parar no meio da Terra. Era meio quente por lá. Lembrava Vênus. Um certo senso de vergonha fez com ele ficasse ali por algum tempo, ao menos um pouquinho, só o suficiente para modificarem-se os continentes na suferfície. Foi por essa época que um de seus súditos, cujo nome se perdeu na noite dos tempos (certamente era algo que rimava com “el”), procurou Lulu e lhe trouxe o golpe final.

:_ Lúcifer! Arcanjo Supremo de Infinita Beleza e Sabedoria!
:_ Vai logo porra!

O anjo contou que Lulu não apenas tinha sido banido do Paraíso. Ficara, tanto ele como todos os anjos sob seu comando, responsável pelo acompanhamento, proteção e desenvolvimento do novo ser inteligente que Papi já havia colocado sobre o planeta.

:_ Eu? Logo eu?

O anjinho temeroso e de olhar cabisbaixo ousou retrucar.

:_ Nós, Excelência... Nós...

A vida na Terra naqueles tempos era um “dolce far niente”. Frutas, lagos, campos, Adão peladão para lá e para cá. Todavia, até mesmo o paraíso terreno fica chato se você não tem, digamos, uma certa diversão jorrante... Não demorou muito e o mais novo queridinho do Papi fez um pedido.

:_ Pô! Jamais reclamar senhor! Tá ligado? Mas tem uma mão que tá pegando...

O oniciente experimentou uma certa dúvida e resolveu ler o pensamento de seu fruto barroso. A cena trouxe à incognoscível face divina um rubor bem conhecido.

:_ Ah! Ele quer transar!!!!!!!

Depois de reunir o secretariado do CEO (acho que os tais elohim), chegaram à conclusão que o melhor jeito de fazer uma fêmea para o homem era através de uma de suas... costelas...

Costela?

Pois é... Costela... Já pensou se os romanos resolvessem criar um concílio para discutir a escolha da costela? Teses profundas surgiriam! É que você tem que comer a carne e roer o osso! É que quando a carne acabar, você pode sempre chupar o osso. Bem, deixemos isso para os jurisconsultos e feministas.

Bom... Fizeram a tal da mulher. Nesse ponto há alguma divergência. Dizem que criaram uma tal de Lilith. Na primeira bimbada, Lilith assumiu o comando e quase matou Adão de tanto esforço... Andava toda toda pela selva, insinuando-se, gostosa como um demônio. Adão ali, com três kilogramas de olheira, magro, cansado, com dores em todo o corpo.

:_ Ô deus!!! Lars von Trier ainda nem nasceu e o senhor já me mandou a Charlotte Gainsbourg? Orra meu! Tô no mingau...

O CEO reuniu de novo a moçada do Elohim. A turma estava meio irritada. Ele quer ou não quer? Depois de discutir sobre a tabela da Euro-Champions, finalmente resolveram fazer outra moçoila. Agora mais calminha. Com todos aqueles atributos que o homem adota nas fêmeas com o selo “Essa é para casar”.

Lilith ficou tão brava que o próprio Lulu se manteve escondidinho. Dizem que ela saiu mundo afora dando para todos. Teve filhos com tudo que era demônio. Nunca entendi como já havia tantos demônios naqueles primevos tempos de prevaricação. Até hoje é cultuada como deusa da Lua. Ah! O nome da moçoila boazinha e falsa como uma nota de 3 dólares era Eva.

Depois de muito caldinho na boca e frutinhas silvestres, Adão recuperou a forma. Eva, então, desceu-lhe o porrete nos mesmos moldes de Lilith, mas fazendo de conta que era ela quem estava acabada. Sucesso absoluto!!!

Lulu, que até então limitara-se a montar um home theater no inferno para seus correligionários verem o Big Brother Earth, achou que era hora de fazer aguma coisa. Afinal, Papi já havia feito cagada demais.

:_ Irei, eu mesmo, à superfície dar um empurrãozinho nessa merda toda que Papi fez!

O inferno ficou em polvorosa. Carnaval, choppe gelado, milhares de clones de Lilith, umas duas ou três Evas, e o grito de guerra “Bicha! Bicha! Bicha!”

Lulu apareceu diante de Eva e, com sua descomunhal cobra enrijecida, fez a garotinha fluir numa cachoeira de expectativas. Eva, que era muito tímida, caiu de quatro e gritou “vem logo!!!”. Mas Lulu, conhecedor das falsas virtudes opulentas da timidez, anunciou a chantagem.

:_ Dê de comer da fruta do conhecimento do Bem e do Mal a seu marido, Adão! Aí, quem sabe, podemos fazer um negocinho...

Como sói acontercer em situações que tais, Eva recolocou a folha de videira e saiu correndo pelas matas. Derrubou três coqueiros no peito. Mas chegou até Adão. Pegou-o pela destra e o arrastrou de volta. Foi ao centro de Eridú, ou Éden, ou seja lá qual for o nome, e pegou logo a maior das frutas. Até hoje ninguém sabe se era uma maçã. Enfim, não consigo imaginar algo como um kiwi, uma jaboticaba, uma fruta do conde... Melancia não era certamente, pois não dá em árvore. Well, ela pegou a porra da maçã e deu para Adão comer.

:_ Tudo isso por causa de uma maçã?

Antecipando Anderson Silva, Eva aplicou um pombo sem asa à la Weidman e enfiou a maçã inteira no bucho de Adão. Este ainda estertorava sem respirar, mal terminando de engolir a maçã e os dentes quando Eva já estava novamente na posição em que Napoleão perderia a guerra. 

Lulu voltou para o inferno com olheiras.

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Reptilianos?

Uma questão que reiteradamente vem à consideração é a do caráter extremamente recente do surgimento do ser humano no planeta Terra. Na projeção de todo o período de existência do planeta em um ano, o chamado ano geológico, o homem surge no último minuto do dia 31 de dezembro. No entanto, a maioria simplesmente acha disso algo meramente interessante. Mas é muito mais que isso.

Perguntei, enveredando por sites de antropologia e arqueologia da internet, se havia alguma (ao menos) hipótese da ciência ortodoxa que pretendesse explicar essa precocidade formidável do desenvolvimento humano. A resposta foi desconcertante. Disseram apenas “não”. Ninguém apresenta sequer uma mera hipótese a respeito. O homem é super recente e pronto.

Fiquei feliz por não me sentir algemado ao método científico. Não tenho nada contra a robusta metodologia científica, afinal é imprescendível ter esse rigor. Todavia, atento ao fato de que há miríades de informações passadas pela tradição dos povos, prefiro não considerar simplesmente inexistente as teses que daí advêm, mesmo que ainda não comprovadas.

É um mistério. E como todo mistério, desperta muita curiosidade. Muitos viajam em teses mirabolantes, as quais muito prejudicam os investigadores sinceros e honestos. Mesmo quando os “viajantes” são sinceros e honestos também. Agrega-se a isso que, movidos por uma imensa “boa fé”, alguns tentaram evienciar através de fraudes pretensamente “bem intencionadas” que as informações não comprovadas têm suficientes indícios.

Na maioria das vezes não têm. Mas para quem vê em Sitchin um pesquisador sincero e honesto, como eu, a pretensa mitologia suméria é uma descrição de eventos nada fantasiosos. Ora, o córtex cerebral (o já velhinho “Dragões do Éden”, de Carl Sagan, é uma ótima leitura) ultrapassa em muito as potencialidades do Complexo R, ou Complexo Reptiliano. Esse cérebro organizado com potenciais inimagináveis num ser recentíssimo não parece nada condizente com a teoria da evolução. Até porque, apesar de alguma divergência, muitos têem que o ser humano não sabe utilizar bem o seu próprio cérebro.

Já pararam para pensar sobre a imensa tempestade de pensamentos que nos envolve a cada segundo do estado de vigília? As técnicas orientais (ou não) para o esvaziamento da mente continuam sendo ensinadas e quase nunca adiantam muita coisa, ao menos para o homem ocidental. É como um cavalo chucro que, a despeito de tentarmos manter sob rédeas firmes, pula para todo lado sem se importar se a estrada continua à frente ou do lado.

Então me vem a ideia de que, talvez (e apenas talvez), a mente humana seja algo em funcionamento precário, mal ajustado, mesmo nos melhores exemplos de genialidade. Quando lhe dizem que alguém é um gênio, digamos, em física ou matemática, o que lhe vem à imaginação? Certamente alguém com aspecto insandecido, cabelos desgrenhados, pouco atento à indumentária, que só se preocupa com sua lousa, prancheta ou computador. Claro que é apenas um estereótipo. Mas não terá sido à toa que assim pensamos.

É como se o indivíduo, para conseguir extrair mais de seu cérebro, tivesse que adentrar meandros que não domina em suas sinapses neuroniais.

Se for assim, tanto mais se firma a tese de que nosso cérebro advém de avanços não conquistados evolutivamente. Mas nosso DNA difere de um macaco em percentual muito baixo. A despeito de algumas variantes, o percentual costuma ser apontado como inferior a 3% ou 2%. Então as alterações necessárias para a construção de um cérebro avançado ocupa não muitas linhas do código de programação genético. Ao contrário do que possa parecer isso é condizente com a tese de manipulação genética. Afinal, alterar um ser com diferenças abissais em relação ao código-parâmetro seria, muito provavelmente, muito inviável.

Se há grande semelhança entre o homem e o símio, necessariamente haverá entre o símio e o código-parâmetro. Ora, se o código-parâmetro era o dos próprios Anunnakis, então chegamos a uma óbvia constatação: há muita similitude na formação dos seres, mesmo em plantetas distintos e períodos evolutivos extremamente distantes.

É impressão minha ou isso traz à consideração a panspermia? Como podemos imaginar que os Anunnakis sejam tão geneticamente parecidos com os símios terrestres? A aparência física depende de mínima expressão do código genético, de modo que isso não importa em nenhuma conclusão sobre a tipologia física, ou fenótipo.

Fico então com uma dúvida (uma?). Teria viabilidade a tese de que há alienígenas que se assemelham a répteis? Se houve algo como a panspermia, nada impede que nos outros orbes seres análogos as nossos répteis tenham existido ou existam. Também não é impossível que esses répteis tenham evoluído para a inteligência e consciência contínua. Não é impossível mas é improvável. Se fosse assim, por que então na Terra houve o desenvolvimento das aves e mamíferos, bem acima do estado evolutivo dos répteis? No mesmo passo, em Nibiru, é lícito assim imaginar, deve ter ocorrido também o desenvolvimento de répteis, aves e mamíferos, tal como muito depois ocorreu na Terra. Se não, como haveria tanta similaridade nas codificações genéticas? Por que num planteta os répteis se desenvolveriam até a consciência completa e noutros não? Há quem afirme que há alienígenas insectóides, sugerindo que teriam se desenvolvido a partir de algo como insetos. Não parece provável.

Enfim, não me parece plausível a tão defendida (arduamente) tese de que há extraterrestres com aparência de répteis. Mas não estou querendo ser iconoclasta. Apenas exponho meu ponto de vista.